(*) Fernando Benedito Jr.
As suspeitas que pairam a respeito da insanidade de Donald Trump são tantas que alguns opositores já pensam em “interditá-lo” por incapacidade de lidar com os problemas norte-americanos e do mundo. Alguns sinais sugerem que Trump realmente não vai bem da cabeça. No mais recente e insano deles, resolveu entrar em conflito com ninguém menos do que o Papa Leão XIV. Se tem alguém neste mundo que não arruma confusão com ninguém é o Papa. Ao contrário, reza e pede pela paz, na maior calma, sempre apelando pelo fim dos conflitos e para a fraternidade entre os homens.
Uma semana depois demitiu o secretário da Marinha, em plena guerra no mar e colocou em seu lugar um imigrante vietnamita. Isso num País que caça imigrantes como se fossem criminosos e, vez por outra, mata sua própria gente confundida no “fogo amigo”.
Desde que assumiu o governo, Donald Trump estimulou o ódio e o conflito em diversas regiões do mundo. Ameaçou anexar a Groenlândia e o Canadá em provocações insistentes que gerou crise na Europa e mobilizou forças militares e a OTAN para uma eventual invasão da Groenlândia.
Doutra vez, sem nada que justificasse tal medida taxou a maioria dos países do mundo abrindo uma guerra comercial para tentar reafirmar a supremacia imperialista norte americana no mundo e afugentar os chineses. A chantagem comercial não deu certo, começaram a faltar produtos no mercado americano e o risco de um a inflação fez o presidente recuar.
Depois de usar as mãos sanguinárias de Israel para destruir a Faixa de Gaza, Trump resolveu invadir a Venezuela e prender Nicolas Maduro, numa ação que viola tudo que se sabe sobre direito internacional.
Insatisfeito, agora ameaça Cuba, que já vive um bloqueio quase secular do imperialismo. Também ameaçou a Colômbia e o Brasil, mas mediante algumas concessões acabou recuando e se contentou em explodir embarcações no Atlântico e no Pacífico.
Finalmente, também em busca de petróleo, e novamente utilizando as mãos sanguinárias de Israel, decidiu atacar o Irã e espalhou a guerra pelo Oriente Médio, com graves consequências no Líbano e em países aliados dos EUA.
Se isso – e mais o que ainda virá – não é a insanidade em seu grau mais elevado, é um novo tipo de doença que precisa ser profundamente estudada.



