Policia

Dor, confusão e revolta marcam enterro de trabalhadores da Conenge

IPATINGA – Após um fim de semana de dor e comoção, as famílias das vítimas do trágico acidente ocorrido na tarde do último sábado (17) na BR-040, em Felixlândia, na região Central de Minas, com um ônibus da Conenge, enterraram seus parentes na manhã desta segunda-feira (19). Morreram15 passageiros do ônibus que levava trabalhadores de Paracatu, no Noroeste de Minas, para Ipatinga, no Vale do Aço, e se chocou com uma carreta que transportava um suporte de turbina eólica.
Em Ipatinga, cinco corpos foram enterrados na manhã desta segunda. As demais vítimas também já foram sepultadas nas suas cidades de origem, como Belo Oriente, Vargem Alegre, Ipaba e Dores de Guanhães.

NOTA
Por meio de nota, o Governo de Minas afirmou que “se solidariza com os familiares das vítimas do acidente e que, neste momento de dor que atinge toda a comunidade de Ipatinga e do Vale do Aço, externa suas condolências a todos os que direta ou indiretamente foram atingidos por este triste episódio”. A nota também deseja o pronto restabelecimento dos feridos.

CONFUSÃO

Além de toda a dor de enterrar um parente, a família de uma das vítimas do acidente passou por outro momento difícil na manhã desta segunda. O caixão onde estava o último corpo a ser sepultado foi aberto por familiares. A irmã de Gilberto de Souza Gonçalves, 51 anos, pediu para abrir o caixão depois que recebeu uma certidão de óbito dando-o como indigente. Com a confusão, outras famílias exigem que os caixões sejam abertos. Mais informações, você confere a qualquer momento no site e na reportagem completa na edição impressa de amanhã.

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