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Macron pede pacto de rivais contra a extrema-direita

PARIS – O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu aos partidos rivais de ambos os lados do espectro político que se juntem a ele na formação de uma aliança democrática contra o partido de extrema-direita Reunião Nacional (RN) na próxima eleição parlamentar.

No que foi um discurso de campanha, poucos dias depois de ter convocado eleição em uma reviravolta, Macron reconheceu ter cometido erros em seu governo, dizendo que as pessoas têm expressado sua indignação e sentido que não estão sendo ouvidas.

“Não quero dar as chaves do poder à extrema-direita em 2007, portanto, aceito plenamente o fato de ter desencadeado um movimento para prestar esclarecimentos”, disse ele, alegando que as políticas do RN empobrecerão os trabalhadores e os aposentados.

Macron convocou a eleição antecipada no domingo, depois que a extrema-direita da França, liderada por Marine Le Pen, derrotou o partido governista na eleição para o Parlamento Europeu.

Mesmo que o RN ganhe a maioria na votação marcada para 30 de junho e 7 de julho, Macron permanecerá presidente por mais três anos e ainda estará encarregado da defesa e da política externa. Mas ele perderá o controle sobre a agenda doméstica, incluindo política econômica, segurança, imigração e finanças.

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