Cidades

Vacina contra HPV já imunizou 2 mil meninas

Secom PMI

IPATINGA – Iniciada em 10 de março, a campanha de vacinação 2015 contra o HPV (Papiloma Vírus Humano) já imunizou 2.212 meninas de 9 a 11 anos de idade em Ipatinga. Estas garotas receberam a primeira das três doses previstas no calendário vacinal que garante a proteção contra o câncer de colo de útero na fase adulta.

O número representa pouco mais de 40% da nova faixa etária atendida pela campanha, estimada 5.527 meninas. A meta preconizada pelo Ministério da Saúde é atingir 80% do público alvo.

ABRIL
São quase 200 profissionais da Secretaria de Municipal Saúde envolvidos para garantir que a vacina chegue a todas as adolescentes e nas quase 70 escolas de públicas, particulares e de educação especial em Ipatinga. O calendário de imunização nas unidades de ensino termina hoje (31). As escolas que ainda não receberam a ação serão contempladas em abril. Mas é fundamental que os pais fiquem atentos à programação, orientem suas filhas e evitem que elas faltem no dia da vacina.

“Temos observado o apoio dos pais ou responsáveis à campanha. Inclusive, muitos fazem questão de acompanhar a filha no dia da vacina”, elogia a referência técnica em Saúde da Criança e do Adolescente da PMI, Karoline Castro. No entanto, a profissional pontua algumas dificuldades para atingir a meta. “Há algumas adolescentes que faltam às aulas no dia programado ou esquecem o cartão de vacinas e documento de identidade, o que impossibilita a aplicação da dose”, revela.

Fora da data agendada para a escola durante a campanha, a imunização deverá ser feita nas Unidades Básicas de Saúde da rede municipal de Ipatinga.

SEGUNDA DOSE

O município também realiza “busca ativa” das adolescentes de 11 a 13 anos vacinadas em 2014 e que ainda não receberam a segunda dose contra o HPV. Essas meninas deveriam ter sido imunizadas novamente entre setembro e outubro do ano passado. “Esperamos que este ano, os pais ou responsáveis fiquem ainda mais atentos e sigam o calendário de intervalos entre uma dose e outra para garantir a proteção completa para a sua filha”, reforça Karoline Castro. A segunda dose deve ser tomada seis meses após a primeira, enquanto o reforço, cinco anos depois da primeira dose.

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