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Marcos Luz

Vereador em Coronel Fabriciano Imagem do Redator sobre o autor
20/01/2017 04h22

Eu vou andando a pé pela cidade...

O paradigma gerencialista, sob a inspiração da modernidade na gestão pública, ao estilo "governança corporativa", de nada adiantará se o cidadão não for o cerne da questão. Não resolverá o problema das angústias sociais e econômicas da cidade.

Há 25 anos atrás a baiana Daniela Mercury lançava o sucesso “O Canto da Cidade”, que entoava a força do gueto, da periferia, da rua, da fé. Na juventude precoce, nas ruas de lazer do Cosmo’s na Maria Matos, a gente ouvia aquele axé com alegria e esperança.
Passado este tempo, as pautas continuam muito vivas, nas lutas por uma sociedade melhor, menos injusta e mais inclusiva. Pela ocupação dos espaços urbanos, das vilas, das praças e das ruas. Pela inserção social dos menos favorecidos e pelo empoderamento dos cidadãos.
A data em que se comemoram os 68 anos de emancipação do nosso município de Coronel Fabriciano é um momento oportuno para esta reflexão. O novo governo municipal vem, naturalmente, carregado destas e de outras expectativas.
A crise econômica que o Brasil e o mundo atravessam, traz, para as cidades, perspectivas muito desafiadoras. Neste contexto, onde o município sofre o maior impacto, é preciso fazer mais com menos, ou com os mesmos recursos, aliando transparência e participação popular para atender os compromissos assumidos na eleição.
Mas a máquina precisa ser forte, para executar boas e eficazes políticas públicas. Seu esvaziamento, numa lógica de Estado mínimo, significa a redução dos serviços na ponta (saúde, educação e assistência social), onde o cidadão mais carece da presença forte do poder público.
É o mesmo que dizer: que o cidadão vá buscar bem-estar social na iniciativa privada; o mercado é a solução de tudo. E quem não tem acesso aos bens de consumo? Não tem poder aquisitivo? Não tem um plano de saúde ou condições de estudar o filho na rede particular? É o Estado que precisa guarnecer estes cidadãos.
O paradigma gerencialista, sob a inspiração da modernidade na gestão pública, ao estilo "governança corporativa", de nada adiantará se o cidadão não for o cerne da questão. Não resolverá o problema das angústias sociais e econômicas da cidade.
Na Câmara Municipal, continuaremos cumprindo com firmeza o nosso dever-poder, preceituado na Carta Magna. Uma atuação séria, responsável e propositiva. Antes, fiscalizadora, função inerente ao parlamento, cobrando de forma contundente tudo aquilo que foi prometido aos eleitores durante a campanha.
Torcemos para que a nova gestão traga bons tempos, conduzindo com sucesso seus planos e programas, implementando uma política de crescimento e desenvolvimento. Que a alternância de poder seja benéfica, para a democracia e para o conjunto dos cidadãos!
Parabéns, Fabriciano pelos 68 anos!

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